terça-feira, 29 de março de 2011

Educação rígida!

Educação é o processo de ensinar e aprender de um indivíduo. Esse processo é considerado o desenvolvimento e sociabilização de cada ser humano, sem a educação não seria possível vivermos em uma sociedade "organizada".

Não existe uma fórmula para educar, a educação é baseada na cultura e conceitos morais de cada educador.
Uma maneira interessante de ver os vários tipos de educação, é no livro "Grito de guerra da mãe tigre", nele a norte americana de família chinesa Amy Chua, faz relatos de como foi criar suas duas filhas Sophia e Lulu através de uma educação rigorosa baseada na cultura oriental.
No livro Amy expõe a diferença entre os dois tipos de educação. Ele não é um manual de como educar crianças, mas uma história de vida, que mostra a diferença entre as culturas.
Amy conta em seu livro, que suas duas filhas viviam em um regime quase militar. Assim como todo oriental, ela acredita que a infância é o período de treinamento e desenvolvimento para a vida adulta. Sophia e Lulu possuiam diariamente (sem esquecer os finais de semana e horários dobrados), aulas de mandarim, exercícios para desenvolvimento de raciocínio lógico e mais de uma hora diária de aula de instrumentos musicais.
As meninas foram educadas para serem inteligentes, e não para verem desenhos animados, jogar video game, brincar na rua, entre outras coisas de crianças.
Vendo por esse ângulo, um ocidental pensaria que essas crianças não viveram, nem nunca conheceram a felicidade em sua infância. 
Do ponto de vista de uma cafeinada ocidental, acho exagerado, mas do ponto de vista de uma ocidental que viu a imagem de Sophia e Lulu atualmente, acredito que essa tenha sido a melhor maneira de educar essas duas meninas. Hoje em dia, são duas garotas cultas, inteligentes, lindas e por incrível que pareça não são introspectivas.

Educação rígida está mais do que provada que desenvolve o ser humano como um todo.
E você pensando que elas não eram felizes!
Veja o exemplo dos brasileiros, a educação existente no Brasil é a famosa "deixa a vida me levar", vamos vivendo de bolsa família / escola / gestante / bolsa da bolsa, criamos monstros destruidores da música (cantores sertanejos e os famosos "funkeiros"), depravadores de patrimônio público (vulvo torcida corinthiana), bandidos e uma grande maioria de desocupados que passa o dia nas ruas comentando da vida de todo mundo.

Simplesmente a educação perfeita! Acredito fielmente que não tenha o que discutir, ser rígido pode ser a solução.
- Por favor Hitler reencarne em algum ministro da educação e mate essa raça não ariana, pelo bem de meus ouvidos, olhos e mente. Atenciosamente a diretoria!

Qual sua opinião sobre o assunto? Desabafem comigo, estou me sentindo solitária quero conversar, meu café tá frio e eu não tenho BISCOITOS!
Você educaria seus filhos dessa forma?
Para quem quiser conhecer mais sobre o livro, leia o trecho do primeiro capítulo a seguir:

*
1
A mãe chinesa
Muita gente se pergunta como os pais chineses em geral criam filhos tão bem-sucedidos. Querem saber o que eles fazem para produzir tantos gênios em matemática e prodígios em música, como é a vida numa família chinesa, e se questionam se seriam capazes de fazer o mesmo. Bem, eu posso contar, porque eu fiz. Eis algumas coisas que minhas filhas, Sophia e Louisa, nunca tiveram permissão de fazer:
- dormir na casa de amiguinhas
- aceitar convites para brincar com amiguinhos
- participar de peças encenadas na escola
- reclamar por não participar de peças encenadas na escola
- ver televisão ou brincar com jogos no computador
- escolher suas atividades extracurriculares
- tirar qualquer nota abaixo de A
- não ser a primeira da classe em todas as matérias, exceto educação física e teatro
- tocar qualquer instrumento senão piano ou violino
- não tocar piano ou violino
Estou usando o termo “mãe chinesa” em sentido amplo. Conheci recentemente um ocidental super bem-sucedido de Dakota do Sul (você já o viu na televisão), e, após compararmos anotações, concluímos que o pai dele, um integrante da classe operária, definitivamente fora uma mãe chinesa.
Conheço alguns pais coreanos, indianos, jamaicanos, irlandeses e ganenses que também se enquadram nessa categoria. Por outro lado, conheço mães de ascendência chinesa, quase sempre nascidas no Ocidente, que não são mães chinesas, seja por opção ou não.
Também estou usando o termo “pais ocidentais” em sentido amplo. Há pais ocidentais de todos os tipos. Na verdade, digo que o estilo de criar os filhos varia muito mais entre os ocidentais do que entre os chineses. Alguns pais ocidentais são rígidos; outros, negligentes. Há pais do mesmo sexo, pais judeus ortodoxos, pais solteiros, pais ex-hippies, pais banqueiros de investimentos e pais militares. Esses pais “ocidentais” não necessariamente compartilham as mesmas ideias, portanto, quando uso o termo “pais ocidentais”, obviamente não me refiro a todos os pais ocidentais – assim como o termo “mãe chinesa” não se refere a todas as mães chinesas.
Contudo, mesmo quando os pais ocidentais se julgam rígidos, normalmente estão longe de ser mães chinesas. Por exemplo, meus amigos ocidentais que se consideram rígidos fazem os filhos tocar seus instrumentos meia hora por dia. Uma no máximo. Para uma mãe chinesa, a primeira hora é a parte fácil. É na segunda e na terceira que fica difícil.
Apesar de nossos escrúpulos em relação a estereótipos culturais, há toneladas de estudos por aí que mostram diferenças consideráveis e quantificáveis entre chineses e ocidentais no que se refere à criação dos filhos.
Numa pesquisa feita com 50 mães americanas ocidentais e 48 mães imigrantes chinesas, quase 70% das ocidentais diziam que “enfatizar o êxito acadêmico não faz bem à criança”, ou que “os pais precisam alimentar a ideia de que aprender é divertido”. Por outro lado, aproximadamente 0% das mães chinesas tinha a mesma visão. A maioria delas dizia achar que seus filhos poderiam ser “os melhores” alunos; que o “êxito acadêmico reflete o sucesso da educação recebida em casa”; e que, se as crianças não se destacavam na escola, é porque havia um “problema”, e os pais “não estavam fazendo o que deviam”. Outras pesquisas indicam que os pais chineses passam dez vezes mais tempo que os ocidentais por dia realizando atividades escolares com os filhos. Por outro lado, as crianças ocidentais são mais propensas a participar de equipes de esporte.
Isso leva ao meu argumento final. Pode-se pensar que os pais esportistas americanos sejam semelhantes às mães chinesas. Porém, isso está errado.
Ao contrário da mãe ocidental típica, que passa o dia carregando os filhos para cumprir uma agenda abarrotada de atividades esportivas, a mãe chinesa acredita que (1) os deveres escolares são sempre prioritários; (2) um A-menos é uma nota ruim; (3) seus filhos devem estar dois anos à frente dos colegas de turma em matemática; (4) os filhos jamais devem ser elogiados em público; (5) se seu filho algum dia discordar de um professor ou treinador, sempre tome o partido do professor ou do treinador; (6) as únicas atividades que seus filhos deveriam ter permissão para praticar são aquelas em que puderem ganhar uma medalha; e (7) essa medalha deve ser de ouro.


Livros e Pessoas

Um comentário:

  1. Seu café tá frio..eca!

    Menina..me.do de vc!
    Olha, eu tbm acredito numa educação rígida mas não sei se a esse ponto. Na verdade não sei se vale a pena porque vivendo aqui nesse país sem educação e sem oportunidade é difícil ter uma noção. Afinal de contas, aqui não é importante ser inteligente mas sim esperto. Ou melhor..aqui no Rio é exxxxxperto.
    (detesto essa porra, quero deixar claro que não falo assm, tá?)

    Voltando a educação.
    HOje em dia tudo traumatiza né?
    Não pode dar um chega pra lá numa criança abusada - trauma. Não pode mandar um adolescente calar a boca e ler um livro - trauma.
    O problema é que vivemos num país onde associam educação e cultura a tortura e não ao prazer e a evolução.

    Trevas.

    Pri, tá bem divertida a forma como vc tratou o tema!

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